Eu não faço projeto só para “funcionar”.
Eu faço projeto para fazer sentido.
Meus projetos autorais nascem de escuta, de leitura de contexto, de entender quem vai viver aquele espaço — e não só quantos metros quadrados ele tem. A arquitetura, pra mim, não é forma antes de ser intenção. É ideia, é narrativa, é atmosfera.
Eu começo sempre pela pergunta certa:
por que esse projeto existe?
Depois vem o como.
Gosto de criar espaços com identidade, que não poderiam estar em qualquer lugar nem pertencer a qualquer pessoa. Projeto com alma, com tesão mesmo — aquele envolvimento que faz você querer voltar, permanecer, sentir. Não é estética vazia, é presença.