Entre molduras douradas e azulejos azul profundo, este banheiro revela a alma cênica da Casa da Artista. Um espaço onde a intimidade encontra a estética, onde o cotidiano é vivido com a mesma intensidade de uma obra em construção.
A composição une o clássico e o contemporâneo com delicadeza e firmeza. O espelho esculpido, quase barroco, atua como ponto focal e dialoga com o dourado das torneiras e metais, trazendo um toque dramático que é também afetuoso. Já a marcenaria em madeira natural aquece a paleta e ancora a sofisticação em texturas orgânicas.
A verticalidade dos revestimentos cria ritmo e eleva o olhar, como numa partitura visual. A luz natural filtra suavemente pelo vidro, iluminando os detalhes com sutileza quase teatral.
Este banheiro não é só funcional — é também um bastidor de criação, um respiro silencioso entre atos. Na Casa da Artista, até o banho é ritual.
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