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Tel Aviv e sua arquitetura encantadora: um guia completo sobre a cidade!

20/09/2019

Clássica, referência mundial e tecnológica: esses são apenas alguns adjetivos para Tel Aviv. A Cidade Branca, como a capital de Israel é conhecida, tem muito a oferecer para quem busca inspiração de arquitetura.

Israel é um país jovem, com origens centenárias e grandes perspectivas de desenvolvimento. O local tem uma cultura forte e tradições que se perpetuam, o que já o torna interessante. Além disso, suas cidades guardam verdadeiros tesouros arquitetônicos. A capital Tel Aviv é a principal nesse sentido.

Referência em todo o mundo, abriga milhares de construções que chamam a atenção por seu estilo. Altamente baseada na identidade judaica, é fonte de inspiração para arquitetos e entusiastas de todos os países. Então, nada melhor que explorar o local, certo?

Para reconhecer todo o potencial encantador, preparamos um guia completo sobre a cidade, seus monumentos e características. Confira!

Conheça Tel Aviv

Tel Aviv

Linda praia em Tel Aviv

Antes de mergulhar na arquitetura dessa capital do Mediterrâneo, vale a pena desvendar a sua história. Trata-se de uma cidade relativamente recente, mas que já consolidou a sua posição como uma das mais relevantes e atraentes do mundo.

Ao compreender todo o caminho percorrido no desenvolvimento da região, dá para entender melhor suas influências e qualidades. Então, conheça o lugar e descubra por que ele é tão encantador.

Fundação

Famosa como a “primeira cidade para todos os judeus do mundo moderno”, Tel Aviv foi concebida e estabelecida no começo do século 20. Em 1909, o local se chamava Ahuzat Bayit e tinha sido formado por um conjunto de 60 famílias. O que era apenas uma vizinhança judaica passou a recebeu o nome de Tel Aviv, em 1910.

Quatro anos depois, eclodiu a Primeira Guerra Mundial e os turcos aproveitaram a oportunidade. Expulsos pelos otomanos, os judeus viram o sonho da cidade ficar mais distante. Eles retornaram ao final do conflito, com a ajuda da Grã-Bretanha.

Agora com maior segurança, tornou-se um local propício ao desenvolvimento e logo viu a sua população crescer de maneira expressiva. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, recebeu milhares de judeus que fugiam da perseguição nazista imposta por Adolf Hitler na Europa. Isso gerou outras mudanças — inclusive, culturais e arquitetônicas.

Desenvolvimento da cidade

Nos anos seguintes, os conflitos com os árabes ganharam corpo e, então, houve a independência e criação do Estado de Israel, em 1948. Nesse momento, Tel Aviv se transformou na capital e passou a abrigar prédios governamentais, embaixadas e outras construções importantes. Ao somar isso às suas belas praias e estrutura crescente, a cidade ganhou um destaque ainda maior.

Algum tempo depois, Israel e a Palestina começaram o conflito por Jerusalém. Embora Israel tenha a declarado como capital, a maioria dos países não a reconhece. Com isso, Tel Aviv permanece com a maior parte da estrutura diplomática e governamental.

Atualmente, é a segunda maior de Israel e recebe milhares de turistas todos os anos. Apesar disso, ainda é um local agradável para explorar a pé e fugir do trânsito caótico — típico de grandes centros.

Relevância mundial

Hoje, a capital israelense é uma das cidades mais importantes do planeta. Isso acontece, principalmente, por sua característica altamente inovadora. Ela é o epicentro de startups de tecnologia e desenvolve centenas de projetos todos os anos.

Ao mesmo tempo, ela combina a calma de um local à beira do Mediterrâneo com essa característica acelerada e urbana. Suas praias, bem como suas obras arquitetônicas, atraem milhares de pessoas todos os anos.

Vívida e repleta de opções, é considerada um verdadeiro “oásis turístico” na região. Paralelamente, chama a atenção de judeus e profissionais de todo o mundo, o que só reforça sua relevância.

Referência arquitetônica

As primeiras grandes transformações arquitetônicas começaram em 1925. Foi pelas mãos do urbanista escocês Sir Patrick Geddes que a cidade passou a ser planejada. Ela já havia se desenvolvido um tanto, mas foi ele que trouxe a ideia de modificar o espaço urbano em um jardim.

O objetivo central era o uso coletivo dos espaços públicos e a criação de blocos residenciais característicos. Por meio dessas propostas, seria possível fortalecer a identidade, sem deixar de comportar a expansão.

Nos anos seguintes, a cidade se tornou um verdadeiro hub cultural e de inovação. O território começou a servir como uma ambiente de experimentação para as criações dos arquitetos nascidos na região. Então, as construções passaram a refletir a identidade judaica.

Com o tempo, a capital se transformou em um importante centro arquitetônico. Com cerca de 4 mil construções no estilo Bauhaus, tem a maior concentração em todo o mundo. Por causa de seus elementos, chamou a atenção da UNESCO.

A “Cidade Branca”, como é conhecida, foi tombada como patrimônio da humanidade por sua autenticidade e características específicas. Hoje, são mais de 1 mil prédios históricos e protegidos. Desses, quase 200 não podem sofrer quaisquer modificações, de modo a manter a proposta viva.

Para 2020, o Coletivo Criativo vai desembarcar na capital israelense. Após Copenhague, Islândia e Berlim , o local será explorado por profissionais de forma única para a cocriação de um novo produto com a Portobello.

Saiba os estilos arquitetônicos predominantes em Tel Aviv

Tel Aviv

Vista da cidade de de Jaffa, Tel Aviv

Um dos motivos para a capital israelense ter uma importância arquitetônica tão grande é a quantidade de estilos envolvidos. Desde a sua fundação, passando pelo desenvolvimento, o endereço teve influência de diversas abordagens.

Todas elas estão refletivas até hoje, de um jeito ou de outro — e é isso que torna o local tão incrível para os apaixonados pelo tema. Na sequência, descubra quais são os movimentos que predominam e como eles se manifestam!

Bauhaus

A centenária Bauhaus foi uma icônica escola de design alemão. Além de ter influenciado cidades e construções em todo o mundo, teve grande influência em Tel Aviv.

O vão livre é uma das características mais marcantes daquele que é conhecido como “Estilo Internacional”. A ideia de liberdade também aparece na planta interna, com a priorização de ambientes integrados.

Na capital, surge marcado, ainda, pelas construções com formas sinuosas. As estruturas com pontos em formatos de “U” contrastam com os prédios nesse estilo que priorizam o paralelismo. A simplicidade das fachadas é outro aspecto importante. O uso de concreto tem máxima preferência, sendo misturado com a madeira e aço na parte de dentro.

O marcante uso das formas contrastantes, portanto, é um dos pontos de destaque da influência Bauhaus na cidade.

Pré-moderno

O Bauhaus abriu as portas para a proposta pré-moderna. Com o desenvolvimento da cidade, esse estilo incipiente começou a ganhar forma. Ainda muito influenciado pelas ideias da escola alemã, confunde-se com o internacional, já que é uma espécie de transição.

Os prédios de esquina se tornaram mais presentes e as fachadas passaram a receber algumas adições. Por causa das características, é possível notar “inserções” geométricas, como varandas sobrepostas em várias construções da cidade.

O uso de pilotis também se consolidou, enquanto as linhas curvas deixaram de ser o aspecto central. Ao mesmo tempo, a integração com o ambiente externo ainda se destaca em diversos projetos.

Pós-moderno

E se a proposta Bauhaus fomentou a arquitetura moderna, o estilo pós-moderno ganhou força há algumas décadas nessa cidade de Israel. A partir da década de 1960, começou a de popularizar em muitos pontos.

Foi, principalmente, um “grito” contra a padronização e a busca por algo inédito nas ruas de Tel Aviv. Dessa procura, nasceram algumas das obras mais autênticas e características do local: “The Crazy House”, — o desejo de chocar e de ser distinto ficou claro com as fachadas com linhas complexas e materiais diferenciados — um prédio de 9 andares e criado por um arquiteto sírio. Com a fachada “recortada” de frente para o mar, mistura componentes e até adiciona elementos verdes em sua estrutura, lembrando muito as obras do Gaudí.

Embora essas construções não sejam a maioria na capital, dão um charme único e, certamente, despertam interesse e a curiosidade.

Contemporâneo

Tel Aviv

Cidade de Tel Aviv

Apesar da sua influência histórica, o estilo contemporâneo também tem vez na cidade. Em uma espécie de renovação do pós-modernismo, equilibra ousadia e elementos clássicos, além de integrar tecnologia. E sendo a capital um centro de inovação, é comum que muitos prédios apareçam com essa proposta.

É possível encontrar construções que aproveitam a luz natural e, ao mesmo tempo, contam com formas surpreendentes na estrutura. É comum ver fachadas espelhadas, arranha-céus e torres conectadas com linhas diferentes.

Essa ideia ajuda a deixar o lugar com um ar mais moderno e inserido no cotidiano das metrópoles. Mesmo assim, os arquitetos utilizam uma abordagem única, memorável e repleta de integração externa com essa proposta.

Veja as principais características da arquitetura da cidade

Tel Aviv

Vista dos prédios na cidade de Tel Aviv

Não são apenas os estilos arquitetônicos que são marcantes. Também é possível notar a presença de outros elementos típicos em Tel Aviv e que ajudam a chamar a atenção para os prédios do local.

Agora que você já conhece os movimentos predominantes, aproveite para descobrir quais são as características que aparecem com maior frequência. Veja!

Cor branca

Como dito, a cidade é chamada de “White City” ou “Cidade Branca”. O nome, na verdade, refere-se à parte central da capital e que é tombada como patrimônio.

O nome não poderia ser mais apropriado. Os prédios — principalmente, em estilo Bauhaus — são pintados de branco. Cores como off-white e amarelo-claro também aparecem e, sob o sol brilhante, criam um impacto vibrante na cidade.

De cima, dá para observar um horizonte branco, permeado apenas por algumas construções contemporâneas e pelas árvores de certas áreas.

Apesar de o tom ser básico, ele adiciona uma característica importante à capital e, até mesmo, garante leveza. Como muitos imóveis de proposta brutalista usam esse tom, é possível torná-las mais leves ao olhar.

Curvas de concreto

O concreto é, desde o começo, um dos materiais preferidos dos arquitetos da cidade. No estilo Bauhaus, esse era o produto preferencial para a estrutura e construção de fachadas. Nos que sucederam, ele continuou tendo grande relevância.

Mas o destaque mesmo vai para as curvas feitas com esse material. Na proposta pré-moderna, por exemplo, é possível ver essas formas de U e em imóveis de esquina. Na alternativa pós-moderna, as curvas de concreto ganham novo significado, com uma ideia disruptiva e feita para chocar.

O fato é que as linhas retas não são as únicas utilizadas e, em muitos pontos, nem sequer são a maioria. Isso demonstra a complexidade de diversos projetos e ajuda a desvendar os motivos que justificam a importância arquitetônica do local.

Arborização

Ao mesmo tempo em que Tel Aviv é marcada por prédios imponentes e com características únicas, seu projeto de urbanização merece destaque. Como a ideia inicial era construir uma cidade ajardinada, essa qualidade ainda se mostra forte em vários pontos.

É por isso que a arborização chama a atenção, em contraste a um lugar que é conhecido pela inovação e, em muitos pontos, pelo brutalismo. Mais que árvores espalhadas em fila, é possível notar uma integração completa do verde com o concreto claro.

Um bom exemplo é a “The Pagoda House”. Erguida em 1925, tem um estilo eclético, em que arcos islâmicos dividem espaço com colunas gregas. Em suas varandas, muros e topo há plantas que se integram de forma ampla. Com isso, passam a fazer parte da construção, como acontece em vários outros pontos.

Presença do vidro

Já o contemporâneo trouxe uma proposta arrojada e que se manifesta nos altos prédios. Usados tanto comercialmente como para residências, são marcantes mais que pela altura. A maior parte dessas construções imponentes aposta no uso do vidro em suas fachadas. Além de seguir o visual de outras metrópoles pelo mundo, é um jeito de garantir a integração com o ambiente urbano de um modo diferente.

Também é possível encontrar o produto usado em larga escala em varandas de prédios de estilo misto. Principalmente de frente para o mar, as construções buscam favorecer a iluminação natural com o uso do material.

Conheça os principais monumentos de Tel Aviv

Tel Aviv

Mesquita de Hassan Beq em Tel Aviv, Israel

Para entender melhor a arquitetura da cidade, é interessante conhecer alguns de seus monumentos relevantes. Com características variadas, as construções representam períodos diferentes de Tel Aviv. Além disso, permitem identificar os estilos arquitetônicos de destaque.

Que tal fazer um tour virtual pelo local e explorar as áreas principais? Na sequência, confira os monumentos mais importantes!

Museu de Arte

Criado em 1932, o Museu de Arte de Tel Aviv é o maior de Israel. O lugar abriga desde peças representantes do estilo moderno ao contemporâneo, bem como um departamento com itens que remetem ao século 16.

Além de exibir obras de artistas israelenses, também apresenta obras internacionalmente famosas, como de Salvador Dali, Pablo Picasso e Marc Chagall.

A mudança para o prédio atual aconteceu em 1971 e foi sucedida por diversas expansões e novas construções. Além de um jardim de esculturas e um centro de educação artística, o local conta com o Herta and Paul Amir Building.

Essa atração traz uma abordagem pós-moderna e inovadora, visando ao aproveitamento da área disponível. Feito com painéis de concreto em variados tamanhos, apresenta uma fachada geométrica que se contrapõe ao estilo Bauhaus do principal.

No teto, a construção conta com estruturas de vidro e metal, que permitem a entrada de luz natural nas extensas galerias para exposições.

Os cinco andares são conectados por formas diferenciadas, com priorização para a circulação vertical. Cada andar é único, o que torna o prédio, por si só, uma das principais atrações do museu. Com uma proposta internacional e altamente cultural, a obra do arquiteto Preston Scott Cohen é um dos marcos da capital.

A entrada é paga para maiores de 18 anos. Às segundas e quartas-feiras e aos sábados, o museu fica aberto de 10h às 18h. Às terças e quintas-feiras, das 10h às 21h. Às sextas-feiras, das 10h às 14h.

Casa de Ópera

A principal companhia de ópera de Israel tem como “sede” o Tel Aviv Performing Arts Center. Também conhecido como The Golda Center for Performing Arts, funciona como casa de ópera e abriga o Cameri Theater. O novo prédio abriu ao público em 1994 e é uma obra de Ya’akov Rechter. A construção foi criada com a ideia de unir duas propostas diferentes.

A primeira é a capacidade de se “camuflar” no ambiente. Com uma fachada clara, espelhada e com as linhas retas, o local combina com os demais da rua e dá a sensação de continuidade. Por outro lado, conta com um arco de concreto, sustentado por elementos geométricos. Isso garante o destaque no horizonte da obra e deixa o espaço especialmente interessante.

Ao cruzar a entrada, é possível notar a conexão de três prédios com uma praça no meio. O pavimento foi intencionalmente elaborado para dar a sensação italiana de praças culturais, com cerâmicas rústicas em diversos tamanhos.

Todo o projeto foi pensado para que, além de abrir a ópera de Israel, o lugar pudesse ser aproveitado. Os gramados e as pequenas vias de passagem dão um aspecto único ao complexo, que fica no coração da cidade. Como fica bem perto do museu, é uma parada indispensável. O valor dos ingressos e o horário de funcionamento dependem da agenda. Normalmente, há atividades ao longo de todo o ano, inclusive com apresentações infantis.

Rothschild Boulevard

Considerada uma das vias mais icônicas da cidade, Rothschild Boulevard fica bem no centro de Tel Aviv. Por sua aparência e suas atrações, é ponto quase obrigatório para turistas.

O urbanismo foi cuidadosamente planejado e permanece se reinventando e se adaptando às novas necessidades da região. O que não mudou foi o seu charme verde, arejado e tranquilo, mesmo em um endereço tão agitado.

Em toda a sua extensão, há belos jardins com árvores típicas da região e bancos de madeira para o descanso e apreciação. O local também conta com dezenas de restaurantes de prestígio e lojas de grife, o que torna a via uma das mais caras da cidade.

Ainda é possível aproveitar ciclovias, parques caninos e quiosques charmosos. Pois são lugares que representam a cultura regional, voltado para turistas e moradores.

No entorno, há muitos prédios de estilo tradicional. O Bauhaus se destaca e aparece, especialmente, nos de esquina. Essa é uma proposta que dá um charme extra a esse local, que une tranquilidade, natureza e máximo aproveitamento do espaço urbano.

Com boa iluminação e estabelecimentos que funcionam em horários diversos, é uma atração para ser explorada diariamente e em qualquer horário!

Cinema Moghrabi

O Moghrabi Theatre, como é conhecido, foi um dos lugares mais interessantes. Do ponto de vista da arquitetura, é um exemplo que foge dos estilos tão famosos de Tel Aviv. Em vez disso, seguiu uma proposta Art Déco diferenciada.

O local foi inaugurado em 1930 e era uma obra de Joseph Berlin. Com a combinação entre fachada reta e estrutura circular, foi voltado para a exibição de diversos filmes de época. No entanto, os visitantes de hoje só podem conhecê-lo por fotos. Em 1990, o lugar foi demolido para dar origem a um estacionamento a céu aberto. A inspiração arquitetônica do prédio, entretanto, está presente nas recordações garantidas pelas fotos.

A perda desse monumento, inclusive, demonstra a importância do tombamento histórico das construções da cidade. Se o tombamento pela UNESCO já tivesse acontecido na década de 1990 — a inscrição ocorreu em 2003 —, o cinema ainda poderia estar de pé.

Diamond Exchange

Ao falar em arquitetura contemporânea, o Tel Aviv Diamond Exchange é um dos principais ícones. Centro da indústria israelense de diamantes, é o maior prédio com essa função do mundo e é conhecido como “Bursa”.

A primeira torre foi inaugurada em 1968, já como um dos maiores do país. Nos anos seguintes, 3 novas construções foram finalizadas. Hoje, há 1500 empresas e 15 mil trabalhadores no local. A arquitetura é marcada pela fachada espelhada e com dezenas de andares. Para os próximos anos, é esperado que ocorra uma remodelagem completa de três das torres: Shimshon Building, Maccabi Building e Diamond Tower. A ideia inicial era torná-las mais modernas, com formas geométricas ousadas e coberturas inclinadas.

O local funciona em horário comercial tradicional, mas não é amplamente visitado por turistas. Em vez disso, vale apreciá-lo do lado de fora para conhecer melhor o impacto de suas fachadas.

Tel Aviv é uma cidade encantadora e de grande importância para a arquitetura mundial. Ao descobrir as belezas e os detalhes dessa capital mediterrânea, dá para ter muito mais inspiração e desvendar possibilidades únicas.

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