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5 boas práticas em projetos colaborativos em arquitetura

26/03/2018

Os projetos colaborativos são excelentes oportunidades para profissionais que querem se destacar no mercado de arquitetura. Veja como se envolver nesse novo modo de trabalho.

Em um mercado inovador e cada vez mais competitivo, fica clara a importância do networking para arquitetos. Investir em uma rede de contatos é crucial para quem quer conhecer novas soluções e, principalmente, participar de projetos colaborativos em arquitetura.

Para você que questiona os motivos para fazer parcerias, saiba que elas dão acesso a melhores oportunidades de trabalho, ampliam o horizonte cultural e resultam em serviços de maior qualidade — ponto fundamental para a satisfação do cliente e reconhecimento do profissional.

Se convenceu de que é uma boa ideia? Então, venha com a gente e confira cinco boas práticas para incorporar na sua carreira!

1. Usar ferramentas que facilitam a colaboração

A tecnologia está bastante presente no dia a dia dos arquitetos. Graças a ela, profissionais podem desenvolver projetos com maior número de detalhes e apresentá-los por meio de maquetes eletrônicas ou recursos da realidade virtual.

Mas os benefícios da tecnologia não se limitam aos programas de desenho e modelagem. Eles também aparecem com o uso de ferramentas colaborativas, que possibilitam às equipes trabalharem e se comunicarem a distância.

Veja opções que você pode adotar logo após a realização de parcerias:

1.1 Hangouts

A ferramenta permite fazer reuniões de emergência por meio de chamadas de vídeo, áudio ou texto. As equipes podem acessá-la no computador ou via dispositivo móvel.

1.2. Asana

Disponibiliza um gerenciador de tarefas que podem ser compartilhadas online entre os integrantes da equipe. Funciona como um quadro de afazeres, onde é possível gerenciar metas e visualizar clientes.

1.3. Co-op

Permite o monitoramento colaborativo de tarefas e compartilhamento de agendas e status da equipe. Também possibilita que os usuários façam perguntas e comentários aos seus parceiros.

1.4. Huddle

Fornece ferramentas de integração de profissionais que trabalham em diferentes locais. Seu objetivo é facilitar o compartilhamento de documentos, arquivos e tarefas realizadas pelas equipes.

1.5. Archtrends Portobello

portal Archtrends reúne projetos de diversos escritórios espalhados pelo país. Por trazer um vasto acervo de imagens, permite que qualquer arquiteto observe o perfil/estilo de outros profissionais para, em algum momento, propor novas parcerias que possam contribuir com seus trabalhos.

2. Trabalhar com uma equipe multidisciplinar

Todo arquiteto trabalha com alguma forma de parceria, seja ela estabelecida com diferentes lojistas ou com empresas que executam suas obras. Manter esse tipo de relação é fundamental para que os negócios evoluam de maneira satisfatória.

Porém, muitos profissionais não enxergam o valor da parceria com outros especialistas do ramo da arquitetura e construção. Isso é um problema, afinal, muitos projetos colaborativos demandam conhecimentos que só um time multidisciplinar pode oferecer.

Se você tem interesse nesse tipo de trabalho, aposte na diversificação da equipe. Procure um designer de interiores, um decorador e um engenheiro que possam contribuir com novas ideias. O grupo deve, inclusive, contar com profissionais que seguiram diferentes carreiras em arquitetura.

Imagina que bom ter o apoio de um arquiteto com perfil para gerir negócios e de alguém focado na parte executiva? Pense que quanto mais áreas envolvidas no processo criativo, mais chances o grupo tem de oferecer um serviço completo.

3.​ Contar com fornecedores de alta qualidade 

A seleção dos melhores fornecedores é passo determinante para o sucesso dos projetos colaborativos em arquitetura. Isso porque toda obra, seja ela de construção ou de reforma, depende de bons produtos, acessórios e materiais de construção.

Antes de escolher uma empresa, dedique um tempo para pesquisar diferentes opções no mercado. Dessa forma, poderá encontrar um representante que esteja alinhado ao estilo do seu trabalho e que possa atender às demandas de cada projeto.

Outro ponto que merece atenção é o relacionamento mantido com os fornecedores. Se você não se preocupa com essa questão, pode estar perdendo ótimas oportunidades de negociar descontos ou de adquirir produtos de qualidade em primeira mão.

Sempre que possível, mantenha um diálogo saudável com as empresas parceiras. Isso trará liberdade para que você entre em contato sempre que precisar e garanta a entrega de itens que são essenciais na obra —revestimento porcelanato, por exemplo.

4. Utilizar pontos da metodologia Scrum

O Scrum é um método para a gestão e planejamento de projetos complexos. Ele atua como balizador das ações da equipe para direcionar a execução de atividades diárias. No Scrum, o grupo de trabalho é composto por três importantes papéis:

  • Product Owner: pessoa responsável por definir as características do produto, as datas de entrega e o que entra e o que sai. Também cuida da parte financeira;
  • Scrum Team: representa uma equipe com cinco a nove integrantes que compõem as etapas do projeto. O Scrum Team escolhe os itens a serem desenvolvidos em cada fase;
  • Scrum Master: é a figura responsável por gerenciar a equipe. Também deve garantir que as pessoas façam seus trabalhos de modo correto, evitando distrações e interferências externas.

Algumas etapas da metodologia Scrum incluem:

  • Sprint Planning Meeting: reunião para planejamento, onde é feita a organização de cada etapa;
  • Product Sprint Backlog: funcionalidades que serão implementadas nas fases do projeto;
  • Kanban: ferramenta de trabalho que lista e organiza as atividades a serem desenvolvidas nos estágios: a fazer, fazendo, em testes, concluído;
  • Sprint Retrospective: recapitulação do projeto para identificar pontos fortes, pontos a serem melhorados e pontos que não deram certo;
  • Daily Scrum: reunião de curta duração para que o grupo verifique o que os membros fizeram no dia anterior e o que vão fazer no dia atual;
  • Sprint Review Meeting: reunião realizada ao final de uma sprint (uma “etapa”), a fim de avaliar os progressos;
  • Burndown: lista as atividades que não necessitam de um dia inteiro para serem realizadas. Também determina a quantidade de tarefas e o nível de complexidade delas.

Quando aplicado corretamente, o Scrum pode trazer benefícios para qualquer projeto colaborativo. Aproveite para testar essa metodologia adotada por diversos profissionais e que possibilita entregas em menor tempo e com maior valor agregado aos clientes.

5. Ter um objetivo compartilhado com todos os membros

Atuar em equipe exige que os profissionais compartilhem os mesmos objetivos, independentemente de estarem trabalhando com arquitetura corporativa, comercial, residencial ou com projetos para concurso.

Nesse sentido, é importante que o grupo se oriente a partir de metas claras e papéis bem-definidos, que vão determinar a função de cada integrante durante o período das atividades. Tomando esses cuidados, arquitetos e seus parceiros têm plenas condições de atingir resultados com agilidade e eficiência.

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