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Porcelanato: história, evolução e uso na decoração e arquitetura contemporânea

11/10/2018

A história de um dos produtos mais utilizados na arquitetura contemporânea começou na Europa em 1980. Quer saber mais sobre esse revestimento? Leia agora!

Cada vez mais, a arquitetura pede novas misturas, contrastes e combinações de materiais, e o porcelanato pode ser a escolha perfeita para testar todas essas possibilidades. Saiba mais sobre o surgimento desse produto e suas aplicações em diferentes projetos!

Quem trabalha com decoração de espaços sempre está à procura de novidades, seja para inspirar futuras criações ou aplicar em projetos atuais. E quando o assunto é revestimento, nada se compara à versatilidade e ao custo-benefício do porcelanato. O material evoluiu muito desde a produção das primeiras peças, passando de modelos básicos para exemplares cheios de conceito e personalidade.

Fabricantes como a Portobello se empenham em trazer diferentes opções de produtos e, muitas vezes, lançam coleções desenvolvidas em parceria com profissionais da área do design e arquitetura. O resultado aparece em peças para todos os estilos e necessidades, com tons e desenhos variados ou, ainda, com a mesma estampa em formatos e superfícies distintas.

Quer saber mais sobre esse revestimento, sua história e aplicação em soluções contemporâneas? Fique conosco e confira tudo em detalhes!

Surgimento do porcelanato

A história de um dos produtos mais utilizados na arquitetura contemporânea começou na Europa. Foi por volta da década de 1980 que o porcelanato surgiu em países como Itália e Espanha, quando ceramistas transformaram a maneira de produzir revestimentos.

A partir daí o material logo se expandiu para os mercados de diversas regiões do mundo, incluindo o Brasil (anos de 1990). Um fator que contribuiu para sua valorização foi o processo produtivo ecologicamente correto, que explora jazidas de maneira mais racional do que a técnica empregada na exploração de pedras naturais.

Hoje o Brasil conta com vários fabricantes que dominam a técnica de produção do porcelanato. Em uma passagem por lojas físicas ou virtuais das principais marcas, arquitetos e designers conseguem encontrar tanto peças simples quanto modelos que reproduzem madeira, concreto, mármore e outros materiais.

Características do porcelanato

O porcelanato é um tipo de revestimento cerâmico com características técnicas específicas. Ele se diferencia de outros tipos de revestimentos cerâmicos por aliar um tratamento rigoroso da matéria-prima a um sistema produtivo específico, geralmente com muita tecnologia embarcada.

O produto é resultado da combinação de vários tipos de argilas e minerais que são combinados em proporções específicas e então atomizados, processo que explicaremos mais adiante. Para ter uma ideia, enquanto as cerâmicas comuns são compostas por dois a quatro tipos de argila, os porcelanatos podem utilizar entre sete e dez tipos.

Porcelanato

Porcelanato inspirado em madeira ébano nobre

Matéria-prima

ABNT NBR 15463:2013 define os porcelanatos como “placas cerâmicas compostas por argila, feldspato e outras matérias-primas inorgânicas, conformadas por extrusão, prensagem ou outros processos, podendo ser esmaltadas ou não esmaltadas, polidas ou naturais, retificadas ou não retificadas”.

O resultado é um produto homogêneo, compacto, vitrificado e muito resistente, que pode ser aplicado em áreas residenciais, comerciais e até mesmo em espaços com alto tráfego, como estações de ônibus, trem ou metrô, aeroportos e shopping centers. Outras características consideradas grandes vantagens das placas de porcelanato são:

  • durabilidade: o processo de fabricação elaborado elimina a presença de qualquer tipo de matéria orgânica, o que contribui para a conservação do produto;
  • conforto térmico: na categoria dos pisos frios, o porcelanato ajuda a manter ambientes frescos em dias com altas temperaturas;
  • baixa absorção de água: garante alta resistência mecânica e previne o aparecimento de manchas;
  • variedade de modelos: por aceitarem diferentes cores e acabamentos, as peças acompanham as tendências de decoração.

Principais tipos

As empresas fabricantes de porcelanato desenvolvem peças especiais para cada ambiente. Por isso, é importante ficar de olho nas indicações de uso de cada produto. Geralmente, as marcas colocam essas informações na embalagem do produto e muitas delas também disponibilizam a informação em seus sites.

No mercado são encontradas duas classificações de porcelanato: técnico e esmaltado. Ambos têm alta resistência mecânica, com a diferença de que o primeiro não recebe camada de esmalte em sua superfície, o segundo sim.

Tanto o porcelanato técnico quanto o esmaltado podem ter diferentes acabamentos superficiais. Veja quais são e suas principais aplicações:

  • polido: são produtos lisos e brilhantes. O polimento pode deixar o produto bastante escorregadio em contato com a água, por isso o ideal é usá-lo em locais secos, como salas, quartos e ambientes comerciais;
  • natural: é pouco escorregadio e de fácil limpeza. Por isso são ótimas escolhas para áreas molhadas como banheiros com chuveiro e área de serviço. Também é uma excelente opção para diferentes espaços comerciais e até mesmo industriais;
  • ext (externo): possui alta resistência ao escorregamento e, por ter uma superfície mais áspera, é um pouco mais difícil de limpar. É indicado para áreas externas e piscinas.

Independentemente do tipo de acabamento superficial, saiba que as matérias-primas utilizadas na produção dos porcelanatos podem vir de jazidas próprias da fábrica ou de terceiros. A dosagem de cada material no processo de fabricação é determinada a partir de ensaios realizados em laboratório e pode ser diferente para cada fabricante.

Processo de fabricação do porcelanato

criação do porcelanato na indústria envolve diferentes fases. Após a extração e maturação das matérias-primas, elas são estocadas dentro da fábrica e passam pelas etapas descritas a seguir.

Preparação de massa

As matérias-primas são transportadas por correias até moinhos que, por meio da adição de água, transformam a argila em partículas bem pequenas. Esse processo de moagem gera um produto conhecido como barbotina, que nada mais é do que partículas de argila moídas diluídas na água adicionada.

Atomização

Após ser estocada em tanques, a barbotina é bombeada até um grande equipamento chamado atomizador. Ele é responsável por retirar toda a água da barbotina e transformá-la em um pó bem fino, que é chamado de pó atomizado. Esse pó tem granulometria uniforme, isto é, todas as partículas que estão lá apresentam aproximadamente o mesmo tamanho e formato.

Prensagem

O pó atomizado é transportado até a linha de produção e colocado em uma prensa para ser compactado. Para isso, o pó é submetido a uma elevada pressão, específica para as dimensões e espessura de cada placa. O resultado é um elemento conhecido como bolacha (ou biscoito) cerâmica.

Secagem

Ao sair da prensa, a bolacha cerâmica passa pelo processo de secagem. Ele tem como objetivo eliminar o máximo possível da água contida nos revestimentos cerâmicos após a prensagem.

Esmaltação

A etapa de esmaltação consiste em preparar a base cerâmica e então receber duas camadas que são chamadas de engobe e esmalte.

O engobe é uma camada intermediária aplicada com o objetivo de diminuir a diferença entre a base e a camada de esmalte e, assim, melhorar a qualidade do produto final.

O esmalte tem como objetivo decorar o revestimento, impermeabilizá-lo e determinar suas características superficiais, como textura, resistência ao desgaste, resistência ao ataque químico etc. Com a tecnologia da impressão digital, a decoração das peças pode ser muito mais elaborada e ter padrões realistas, como pode ser observado nas linhas amadeiradas, por exemplo.

Queima

O produto segue então para o forno, onde é realizada a queima. Sua temperatura é monitorada em toda sua extensão e ultrapassa 1.200°C. Durante o processo de queima, o produto passa por algumas reações químicas que transformam o revestimento e conferem suas características finais, como sua absorção, resistência mecânica etc.

Escolha

Após a queima, todos os produtos passam pela linha de escolha. Sua função é identificar possíveis defeitos na superfície e nas dimensões dos produtos e separá-los em produtos extra (primeira linha), comercial (segunda linha) e cacos (moídos e reutilizados na etapa de preparação da massa). A escolha é feita por colaboradores e máquinas, dependendo de sua complexidade.

Depois, os produtos são classificados, encaixotados, identificados, paletizados e estocados na expedição.

Controle de qualidade

Esta é uma etapa paralela a todo o processo de produção, que monitora todas as suas fases de fabricação, desde o controle da matéria-prima até o estoque do produto final. Para isso, são retiradas amostras de cada etapa que são inspecionadas para a obtenção de um controle estatístico da qualidade.

Os lotes de produção só são liberados para expedição depois da aprovação do Controle de Qualidade dos Produtos Acabados (CQPA). Tudo é acompanhado no estoque físico para que os processos de movimentação, separação, armazenamento e embarque de produtos garantam a qualidade do que é entregue aos clientes.

Porcelanato como solução de revestimento

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Revestimento em porcelanato acinzentado, cinza e claro.

A combinação das características técnicas dos porcelanatos (como alta resistência mecânica ao desgaste, ao ataque químico, baixa absorção de água etc.) faz dele um revestimento de alto rendimento, perfeito para ser utilizado tanto em áreas internas quanto externas. Com se não bastasse a variedade de cores, estampas e texturas apresentadas nas peças, o produto tem dimensões e modelos diferenciados.

A seguir encontram-se alguns exemplos dessa variação.

porcelanato extrafino é um tipo de peça com espessura reduzida, ou seja, sua espessura normalmente é um valor entre 3 e 6mm. O resultado são placas mais leves, que facilitam o processo de corte e assentamento, além de poderem ser assentados em paredes curvas (raio maior do que 6m). Dependendo do estilo de paginação adotado, os extrafinos ainda permitem uma obra com menos resíduos.

Outros destaques são os porcelanatos em grandes formatos, que garantem aplicações uniformes, elegância e amplitude visual. A Portobello oferece peças com as seguintes dimensões: 90×90cm, 60×120cm, 60×180cm, 80×160cm, 120×120cm, 120×240cm, 120×250cm e 300×100cm.

Por fim, não poderíamos deixar de citar o porcelanato com acabamento retificado. Diferentemente das peças com bordas arredondadas, o produto é tratado após a etapa de queima, isto é, ele passa por mais uma etapa de produção: a retífica. Nessa etapa, lixas de vários tamanhos desgastam as bordas dos porcelanatos fazendo com que a variação dimensional entre as peças diminua significativamente.

Isso faz com que as juntas de assentamento sejam menores e, consequentemente, as placas sejam assentadas mais próximas umas das outras. O efeito proporciona economia de rejunte e garante uma superfície homogênea, sem divisões aparentes.

É por todas essas características que o porcelanato se torna uma excelente alternativa aos materiais naturais ou sintéticos. Você verá mais adiante que se trata de um produto adequado para diferentes ambientes e superfícies. Antes, aproveite para conferir os tipos de peças que podem ser obtidas com essa técnica de fabricação.

Madeira

Porcelanatos inspirados em madeiras são peças decorativas que trazem detalhes de diferentes espécies e permitem poupar árvores. A reprodução dos nós, veios e cores é surpreendente! Isso gera novas possibilidades para quem não abre mão do calor e do conforto transmitidos por uma das matérias-primas mais belas da natureza.

Argila

Tons sóbrios e terrosos com fundo avermelhado ou alaranjado caracterizam as peças que reproduzem a matéria-prima original da cerâmica. A argila em porcelanato está disponível na forma de placas, pequenos formatos para fachadas, acessórios e cobogós. São diferentes soluções para projetos simples ou sofisticados.

Pedra

A beleza das pedras naturais também aparece impressa em porcelanato, tanto em grandes placas quanto em peças decorativas e de acabamento. São vários modelos com aparência de slates, basaltos, limestones e outras rochas incríveis para revestir superfícies com visual rústico, minimalista ou contemporâneo.

Concreto

Tons neutros e urbanos (dos claros aos mais escuros) compõem as linhas que simulam o concreto, um material que já faz parte da linguagem da arquitetura brasileira. Peças em marrom, bege, variações de cinza e até branco trazem diversas possibilidades para criar ambientes atemporais e, ao mesmo tempo, cheios de estilo.

Mármore

porcelanato marmorizado reproduz um dos materiais mais clássicos e elegantes da decoração. São peças em diferentes cores: bege, preto, marrom, branco e cinza. Também há modelos que misturam diferentes tonalidades para compor mármores multicores, com veios e padrões que se destacam da cor de fundo.

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Acabamento de qualidade marmorizado

Metal

Tanto os metais nobres quanto os materiais que passaram por processo de oxidação servem de inspiração para a criação de pastilhas, acessórios, peças de acabamento e modelos extrafinos. São diversas cores: verde, preto, cobre, cinza, azul, vermelho, amarelo e marrom. Essa variedade pode ser vista no porcelanato Linha Steel, que também traz opções em maxiformatos.

Sintético

As linhas que simulam materiais sintéticos oferecem ampla gama de cores e várias aplicações técnicas. As peças são criadas a partir de pigmentos e resinas para a obtenção de modelos com diferentes tonalidades, como Futura RoseMagma Design LavaMagma Design VerdeMagma Design Blu e Liverpool Life Tangerine.

Porcelanato em diversas aplicações

Muitas profissionais ainda têm dúvidas sobre o uso do porcelanato em determinados ambientes ou superfícies, mas a verdade é que se trata de um produto para todo tipo de aplicação. Basta ter cuidado com a escolha do modelo para adequar seu acabamento e estética às características do local.

Veja abaixo onde você pode usá-lo.

Muros, pórticos e fachadas

Muros e pórticos que protegem residências, empresas e estabelecimentos comerciais ganham uma nova cara com a aplicação de porcelanato. Grandes formatos com cores vivas, textura de pedras (técnica canjiquinha) ou efeito metalizado podem embelezar esses elementos que muitas vezes são esquecidos na composição da edificação.

Grandes formatos também são ótimas escolhas quando o assunto é porcelanato em fachadas ventiladas. Afinal, quanto maior a placa, mais homogêneo ficará o plano. Além disso, a facilidade de limpeza dos porcelanatos diminui muito o gasto com manutenção e limpeza da fachada.

Pisos, paredes e calçadas

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Porcelanato na parede no estilo espinha de peixe

Estruturas verticais e horizontais podem ser trabalhadas com diferentes modelos. Estamos falando de divisórias internas, paredes externas, pisos de ambientes cobertos, calçadas de jardins e caminhos de acesso à construção.

Peças que cobrem o chão de áreas com alto tráfego ou que recebem muita água devem oferecer resistência ao escorregamento. O mesmo vale para as opções que revestem rampas e escadas.

Nas paredes e divisórias, a liberdade para escolher placas distintas é maior, visto que não há necessidade de atentar para a segurança dos usuários. Peças lisas ou rugosas, opacas ou brilhantes, todas são bem-vindas para repaginar os ambientes. A definição do modelo vai depender das exigências do cliente (como maior facilidade de limpeza) e, claro, do efeito estético desejado.

Mobiliário, objetos e equipamentos

Já imaginou compor lareiras, churrasqueiras, tampos de mesa e bancadas em porcelanato? Pois saiba que a aplicação do material em itens do mobiliário e equipamentos já deixou de ser novidade. A solução é tão prática e vantajosa que inspira empresas a criar elementos a partir do produto.

É o caso da Officina Portobello, que traz novos cortes e soluções únicas na arte da porcelanataria. Apresentada ao mercado no ano de 2017, a marca vem ganhando destaque por aliar tecnologia de ponta e maestria artesanal para criar móveis e objetos de design. São cubas, prateleiras, castiçais e peças ornamentais diferenciadas para incluir em projetos contemporâneos.

Detalhes decorativos

Disponíveis em placas com diversos tamanhos, formatos e estampas, os porcelanatos também são ótimos aliados na composição de detalhes. Com o modelo certo, é possível valorizar elementos internos e externos: bordas e interiores de piscinas, canteiros, contornos de fontes e espelhos d’água, muretas e divisórias (cobogós).

Outras aplicações interessantes podem ser feitas em rodapés, painéis e murais de azulejos, faixas de pastilhas (em sentido horizontal, vertical ou diagonal) e acabamentos de meia-parede. Com acessórios e peças decorativas, como filetes e tijolinhos, você consegue dar um novo aspecto às superfícies antigas.

Porcelanato na decoração residencial

Porcelanato em casa

Porcelanato em mais de um tipo de aplicação

Arquitetos e designers devem tirar proveito do material na hora de decorar casas e apartamentos. Com tamanha variedade de modelos no mercado, você com certeza encontrará a opção ideal de porcelanato para cozinha, sala de estar e jantar, quartos, banheiros, lavabos e garagens.

O produto também é boa aposta para áreas externas, como varandas, sacadas, jardins ou coberturas. As peças podem ser adotadas em novas obras ou em reformas para cobrir ou substituir revestimentos antigos. Para ver isso na prática, confira as aplicações do produto em projetos de profissionais cadastrados em nosso site:

Porcelanato na arquitetura comercial

Porcelanato em área comercial

Porcelanato claro em áreas comerciais externas

Muitas empresas, prestadores de serviços e estabelecimentos comerciais se preocupam em incorporar a identidade visual da própria marca aos espaços construídos, sejam eles ambientes de atendimento particular ou pontos de venda. Para isso, procuram inserir cores, símbolos e outros elementos na decoração dessas áreas.

A solução de porcelanato em projetos comerciais é vantajosa porque permite adequar o estilo da edificação aos objetivos de quem administra o negócio. É possível aplicar o produto tanto em grandes ambientes corporativos quanto em espaços menores, como escritórios, clínicas, consultórios, lojas, bares, cafeterias, restaurantes etc.

Veja abaixo alguns projetos de arquitetura comercial cadastrados em nosso portal para entender a aplicabilidade do porcelanato em diferentes superfícies:

Para complementar as linhas existentes e manter um diálogo mais próximo com os profissionais da área, a Portobello passa a ter lançamentos mais constantes, como a coleção 2018In & Out/Movimento e HOME & YOU, as mais recentes. O conjunto é resultado de pesquisas autorais, colaboração criativa, experiências compartilhadas e observação de novos comportamentos.

As parcerias com nomes como Hideko HonmaRuy Ohtake e Jader Almeida são destaques e permitiram a criação de novos modelos em madeira, metal, mármore, pedra, concreto, acessórios e terrazzo veneziano. Também há peças de grandes proporções, com superfícies que alcançam as incríveis dimensões de 120×240cm.

Vale a pena conferir as novidades que, junto com as soluções personalizadas da Officina Portobello, trazem ideias para a composição de projetos mais tradicionais ou contemporâneos.

E então? Ficou com vontade de testar todas as possibilidades do porcelanato em ambientes comerciais e residenciais? Lembre-se de prestar atenção nas características e indicações dos produtos para fazer a aplicação certa em cada superfície.

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