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Brasil ganha a primeira escola verde, certificada pelo LEED

31/05/2011

Obras sustent√°veis est√£o cada vez mais em alta no mundo da arquitetura. Aqui no Brasil o processo acontece um pouco mais lento, mas j√° come√ßamos a ver os resultados de uma mudan√ßa no pensamento de arquitetos e clientes tamb√©m. V√°rias empresas j√° adotaram uma postura sustent√°vel e incorporaram no seu dia a dia pr√°ticas que(…)

Obras sustentáveis estão cada vez mais em alta no mundo da arquitetura. Aqui no Brasil o processo acontece um pouco mais lento, mas já começamos a ver os resultados de uma mudança no pensamento de arquitetos e clientes também.

V√°rias empresas j√° adotaram uma postura sustent√°vel e incorporaram no seu dia a dia pr√°ticas que ajudam o meio ambiente. A Portobello √© uma delas e sempre esteve preocupada n√£o s√≥ com a sustentabilidade ambiental como tamb√©m econ√īmica e social.

Já existem no mundo 120 escolas certificadas pelo LEED Schools, que classifica projetos com liderança em energia e design ambiental. Dessas 120, 118 ficam nos EUA, uma na Noruega e outra em Bali.

Esse m√™s o n√ļmero passar√° para 121 com mais nova escola certificada. A nova representante √© brasileira e est√° localizada em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Com inauguração prevista para este mês, o Colégio Estadual Erich Walter foi escolhido como o piloto da primeira escola padrão verde da América Latina e com as mudanças necessárias passou a se chamar Unidade de Ensino Catavento. Essa obra servirá de exemplo para outros 40 projetos semelhantes em todo o País.

A certificação é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro e a empresa ThyssenKruo CSA. Quem assina o projeto são os arquitetos Rafael Tavares de Albuquerque e Maria José de Mello Gerolimich, do escritório Arktos Arquitetura Sustentável.

Como o pr√≥prio nome j√° sugere, a escola foi projetada em forma de cata-vento e aproveita a energia do vento para facilitar a sa√≠da do ar quente de seu interior. Para reduzir os gastos com energia el√©trica, durante o dia os ambientes s√£o iluminados naturalmente, sem a necessidade de acender as l√Ęmpadas.

Além disso, a escola ainda conta com pavimentação permeável, telhado verde com acesso à visitação, reaproveitamento das quadras existentes, redução de ilhas de calor, reaproveitamento de 100% do material de entulho que seria gerado na obra, área para reciclagem e uso de 70% da permeabilidade do terreno.

Mas nada disso adiantaria se nem todos tivessem acesso √† essas mudan√ßas. Para isso a escola foi estruturalmente adaptada para receber alunos com necessidades especiais, com portas mais largas, pisos t√°teis, rampas com pouca inclina√ß√£o e inscri√ß√Ķes em braile.

Iniciativas como essa estimulam não só os alunos, mas também os pais e professores, a cuidar do planeta. Vivenciar a sustentabilidade é muito mais produtivo do que aprender somente em livros.

Que tal começar a estimular as crianças para levarem uma vida mais sustentável?! Não é preciso construir uma escola, mas pequenas atitudes como ensinar a separar o lixo, apagar a luz quando ela não está sendo usada, tomar banhos mais rápidos, se for possível, construir uma composteira no jardim de casa ou no pátio da escola, ajudam a criar uma consciência ecológica.

Pense nisso!

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