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Conforto e bem-estar: crie um ambiente aconchegante em 11 passos

03/08/2018

Um espaço de qualidade é capaz de agradar diferentes sentidos para proporcionar sensação de paz e despertar boas lembranças. Você sabe quais recursos o arquiteto tem em mãos para atender a esse objetivo? Acompanhe este artigo e descubra ótimas soluções para compor projetos mais confortáveis!

O homem procura conforto em seus refúgios desde a Pré-história. Por isso, muitas funções dos atuais edifícios são as mesmas das antigas cavernas. A diferença é que hoje os espaços construídos vão além do básico, fornecendo abrigo, luz, calor, segurança e recursos que proporcionem mais comodidade aos usuários.

Ainda que não existam regras para tornar um ambiente aconchegante, vale tirar proveito de ideias que transmitam boas sensações e que promovam bem-estar. Neste artigo listamos 11 passos para você atingir esse objetivo em diferentes projetos de arquitetura. Continue a leitura e saiba como começar!

1. Entenda o significado de conforto para os moradores

O conforto tem relação direta com os cinco sentidos (tato, olfato, paladar, visão e audição). Ainda assim, a definição do termo costuma ser subjetiva e variar de uma pessoa para outra. Isso acontece porque cada indivíduo tem percepções únicas sobre determinado ambiente.

Um artigo escrito pelos arquitetos Helga Santos da Silva e Mauro César de Oliveira Santos procura explicar o significado de conforto no ambiente construído, apontando que o estado de comodidade/bem-estar é necessário tanto para atender anseios primitivos do homem quanto para mantê-lo em sintonia com a própria cultura ou grupo social.

A subjetividade da palavra ou sensação de conforto também foi tema de uma matéria do The New York Times. Nela, o crítico de arquitetura Paul Goldberger, em referência ao livro “Home: A Short History of an Idea”, de Witold Rybczynski, afirma:

Como Rybczynski, professor de arquitetura na Universidade McGill, em Montreal, observa, conforto significa muito mais que algo físico; conforto de verdade é tão cultural quanto físico, e tem significado diferentes coisas para diferentes pessoas em diferentes tempos.

Nesse sentido, cabe ao arquiteto entender o significado de conforto para aqueles que vão fazer uso do espaço projetado. Só assim o profissional será capaz de escolher as melhores soluções e trabalhar com elementos que garantam a satisfação de todos os moradores.

2. Selecione uma paleta de cores aconchegante

As cores transmitem diferentes sensações e devem ser aproveitadas no momento de compor um espaço agradável. Para isso, é interessante unir em uma mesma paleta tonalidades que expressem sentimentos positivos ou valorizados pelas pessoas que vão permanecer no local.

2.1. Paleta de cores quentes

O nome diz tudo: são cores que proporcionam sensação de calor e ajudam a manter a decoração aconchegante. Como exemplo temos o amarelo, vermelho, laranja e pink. Essas tonalidades e suas variações estão relacionadas a movimento, energia e vibração.

A combinação de duas ou mais cores quentes é indicada para locais de maior convívio (áreas sociais) da casa, como salas de estar/jantar e cozinha. Esse tipo de paleta aquece visualmente, então também é ideal para cômodos amplos com muitas aberturas para ventilação e/ou trabalhados com materiais frios.

2.2. Paleta de cores neutras

Costuma ser composta por preto, branco e diferentes variações de cinza, mas também pode conter subtons de outras cores, como bege e marrom. Ao contrário da paleta anterior, proporciona conforto a partir da sensação de frescor e amplitude, ambas garantidas pelo uso de tons claros e discretos, muito utilizados na decoração nórdica.

Trata-se de uma combinação interessante para áreas íntimas (quartos, banheiros), cômodos compactos ou espaços que exigem foco e concentração, a exemplo de escritórios e salas de estudo.

O lado positivo de trabalhar com uma paleta neutra está na possibilidade de gerar uma base limpa para adicionar diferentes tonalidades, estampas e texturas. Nessa brincadeira, até as cores frias (verde, roxo, azul) podem ser adotadas, especialmente se o objetivo for criar um espaço suave e delicado.

3. Pense no clima da região em que o projeto está localizado

Um país como o Brasil tem regiões com climas bastante variados. Logo, não dá para ignorar as condições de temperatura, umidade, vento e chuva da cidade em que o projeto será executado. A análise de diferentes fatores é importante para encontrar soluções que minimizem os efeitos negativos do clima e que tirem proveito das características positivas.

É fundamental adotar estratégias que permitam aquecer ou refrescar ambientes de acordo com a necessidade. Assim, uma residência se mantém confortável mesmo em verões intensos ou invernos rigorosos. Confira a seguir soluções que podem ser úteis em seus projetos.

3.1. Para aquecer

Nas casas localizadas em cidades mais frias, como as do Sul do país, o uso de materiais com grande inércia térmica (como o tijolo maciço) é uma boa saída para manter os cômodos aquecidos. Quando aplicados nas paredes, eles retêm a radiação do sol aos poucos e, no período da noite, passam a emitir calor para o ambiente à sua volta.

Outra alternativa é fazer uso de carpetes ou tapetes com tramas mais grossas para forrar pisos. As cortinas com tecidos pesados também são excelentes e devem ser posicionadas em frente às janelas de vidro para que melhorem o isolamento dos caixilhos e ajudem a “segurar” o calor.

3.2. Para refrescar

Conhecer a direção dos ventos predominantes e a trajetória do sol ao longo do dia é fundamental para fazer boas escolhas. É possível, por exemplo, planejar a instalação de aberturas em paredes opostas para garantir ventilação cruzada, determinar o tamanho das portas e janelas e até definir o tipo de ocupação de cada ambiente — tudo isso para aproveitar ou barrar a luz solar em determinados horários do dia.

No entanto, nem sempre é possível realizar uma reforma. Nesses casos, o ideal é pensar em outras soluções de arquitetura bioclimática para manter a casa fresca e arejada. Uma opção é instalar brises em fachadas que recebem muito sol. Já as varandas e sacadas podem ser complementadas com painéis ou paredes de cobogós para controle da entrada da luz e, por consequência, do calor.

4. Lembre-se de que menos pode ser mais

Foi-se o tempo em que o minimalismo era representado por ambientes quase vazios, sem adornos e totalmente funcionais. Embora ainda esteja em alta, esse estilo de decoração vem ganhando detalhes e novos elementos que dão vida ao espaço.

A tendência, conhecida como minimalismo acolhedor, é considerada uma reação aos extremos. O objetivo não é compor áreas sem graça e muito menos repletas de adornos, mas elaborar uma decoração que saiba aproveitar o melhor de cada lado. Em outras palavras, trata-se de “menos é mais” com um toque de personalidade.

4.1. Base funcional

O ponto de partida é o mesmo do minimalismo já conhecido: arranjos simples, um único ponto focal (que pode ser uma janela, um móvel, um grande espelho), cores neutras nas principais superfícies (pisos, paredes, forros) e poucas peças decorativas.

4.2. Texturas contrastantes

Aqui começa a mudança para deixar o ambiente aconchegante: invista em tecidos e materiais que sigam a mesma paleta (tons neutros), mas que apresentem diferentes texturas para criar volumes e contrastes. Em um quarto, por exemplo, você pode adicionar uma cortina de crochê, um tapete de palha, uma manta felpuda, um vaso revestido com sisal e um quadro de cortiça.

4.3. Acessórios úteis (ou não)

Os acessórios do minimalismo acolhedor podem ter alguma função além da decoração, mas isso não é uma regra. Cúpulas de vidro, bandejas e vasos são bons exemplos de itens que agregam valor estético ao mesmo tempo em que permitem guardar objetos.

5. Use a iluminação para criar pontos de atenção no espaço

Muitas casas antigas eram compostas por pequenos recintos mal-iluminados. Apesar de parecer algo negativo, essa condição também fazia com que os ambientes ficassem mais confortáveis para aproximar pessoas e mantê-las acolhidas no espaço.

Hoje a iluminação deve ser trabalhada de modo a compor jogos de luz e sombra dentro de ambientes amplos e integrados. Para obter esse efeito, a dica é distribuir luminárias em diferentes pontos do cômodo.

5.1. Paredes

As arandelas são excelentes para destacar elementos afixados nas paredes. Elas podem ser instaladas em diferentes alturas ou todas no mesmo nível, compondo um percurso linear.

Outras opções são os balizadores que costumam ser instalados perto do rodapé. São como pequenos postes embutidos nas paredes e servem para iluminar caminhos dentro da residência, especialmente corredores.

5.2. Pisos

As famosas luminárias de piso iluminam o chão e boa parte do ambiente à sua volta. Esse modelo fica muito elegante ao lado de sofás e em cantos de dormitórios, ainda mais se vier acompanhado de uma lâmpada que emite luz amarelada.

Os spots embutidos no piso também ganham destaque na decoração de espaços acolhedores. São ótimas pedidas para superfícies que não costumam ter um trabalho específico de iluminação, como bordas de canteiros em jardins de inverno ou degraus de escadas.

5.3. Forros

Um belo forro trabalhado com luzes pode ajudar a manter o cômodo mais aconchegante. Além dos modelos tradicionais (plafons, lustres, pendentes), você tem a opção de adicionar spots e mangueiras luminosas para compor desenhos no teto ou valorizar detalhes das sancas.

5.4. Mobiliário

Luminárias de mesa, abajures, candelabros e castiçais são os itens mais adequados para iluminar os móveis da casa. Modelos mantidos em prateleiras e estantes também ajudam a destacar livros, esculturas e outros objetos expostos.

6. Procure elementos naturais para deixar o ambiente aconchegante

As cores, formatos e texturas da natureza agradam aos olhos. É difícil encontrar alguém que não mantenha pelo menos um elemento natural dentro de casa, seja por admirar a beleza do item ou por considerá-lo uma espécie de amuleto.

6.1. Plantas

Pequenas ou grandes, pendentes ou trepadeiras, as plantas purificam e umidificam o ar dos ambientes internos. Antes de incluir folhagens e flores na decoração, procure entender as necessidades de cada espécie para determinar o espaço em que serão mantidas. Veja algumas sugestões:

  • locais com sombra (sem luz natural/apenas luz artificial): ráfia, dracena, violeta, begônia;
  • meia-sombra (luz solar indireta): samambaia, lírio-da-paz, antúrio, pacová, orquídea;
  • muita luz natural (luz direta/pelo menos quatro horas ao dia): azaleia, buxinho, bromélias de sol.

6.2. Cascas, musgos, sementes, conchas, pedras, galhos

Todos complementam a composição com plantas, já que podem cobrir o topo dos vasos preenchidos com terra ou areia. Dependendo do tamanho, esses elementos ainda servem de matéria-prima para a confecção de peças personalizadas, como:

  • cestas com pinhas;
  • quadros de folhas secas;
  • garrafas preenchidas com sementes coloridas;
  • móbiles de conchas;
  • terrário de musgo;
  • arranjos com galhos secos;
  • tapete de pedras.

Para incorporar os elementos água e fogo na decoração, vale fazer uso de aquários, fontes e até velas — que podem ser mantidas dentro de garrafas, copos, taças ou gaiolas.

7. Invista em um aromatizante que seja agradável

Embora a visão e o tato sejam sentidos predominantes quando o assunto é observar/admirar uma obra arquitetônica, o olfato é o que mais tem relação com as lembranças e sentimentos cultivados por pessoas queridas. Portanto, um cheiro específico também pode determinar se um ambiente é ou não reconfortante.

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Existem vários aromas interessantes para explorar em trabalhos de interiores, desde os mais comuns (flores e ervas) até os que remetem a alimentos preparados em casa, como pães, tortas e biscoitos. Com tanta variedade disponível, é possível adequar as propriedades de cada essência ao efeito desejado no ambiente. 

7.1. Sala

As salas costumam ser espaços de encontro para a diversão entre amigos e familiares. Nessas áreas os aromas florais, cítricos e adocicados funcionam bem, já que auxiliam na comunicação e têm poder acolhedor. São bons exemplos: laranja, tangerina, gerânio e lima.

7.2. Cozinha

Cheiros refrescantes e de temperos utilizados na culinária são ideais. Os primeiros porque remetem à limpeza e higiene, os segundos por abrirem o apetite. Estamos falando de essências como hortelã, menta, manjericão, baunilha e alecrim.

7.3. Quarto

Dormitórios pedem aromas calmantes e relaxantes, como os de bergamota, lavanda e cedro. Há também opções afrodisíacas para os casais que querem curtir uma noite romântica. Nesses casos, vale usar óleo de jasmim, gengibre, sândalo ou canela.

7.4. Banheiro

Todo mundo curte a sensação de tomar banho em um espaço cheiroso e limpo. Para potencializar esse efeito, as essências de pinho, eucalipto, pitanga e maracujá são perfeitas, pois refrescam e purificam o ar.

Todas as fragrâncias citadas podem ser aproveitadas na forma de incensos, velas aromáticas, pastilhas/sachês perfumados, difusores com palitos, aromatizadores de plug de tomada ou soluções em spray.

8. Espalhe tecidos que transmitam conforto

Já dissemos que as texturas são aliadas de quem quer adicionar um pouco mais de informação às residências. Para isso, nada melhor que escolher tecidos em diversos tamanhos, formatos, espessuras, densidades e gramaturas.

Não deixe de investir em belos modelos de cortinas, blackouts, tapetes, passadeiras, toalhas e trilhos de mesa. Sejam compostos por cores puras, desenhos abstratos ou padrões geométricos, todos ajudam a manter o ambiente aconchegante.

No inverno, as mantas grossas e felpudas são bem-vindas para cobrir assentos e encostos de sofás, cadeiras e poltronas. Para complementar o mobiliário, aposte em peças de veludo que possam substituir as capas de almofadas e futons.

O conforto no verão também é necessário. Nessa época os tecidos pesados devem ser trocados por panos mais leves, como os de algodão. Materiais que garantem sensação gelada ao toque são boas pedidas, a exemplo do cetim, seda ou poliéster.

Os tecidos ainda agregam ritmo e movimento aos espaços. Veja como exemplo uma sala de estilo clássico projetada pela arquiteta Luana Pascuetto, de Cambé (PR). O ambiente não seria tão alegre sem a adição dos tecidos estampados e coloridos que aparecem no mobiliário, nas almofadas e nos tapetes.

O mesmo pode ser dito sobre o quarto de casal concebido pelo Espaço do Traço Arquitetura, de Florianópolis (SC). No cômodo trabalhado em tons neutros, existem tecidos de diferentes texturas na roupa de cama, no tapete, na cadeira em balanço e até no teto (simulando um dossel).

9. Opte pelo estilo de decoração hygge

Não é à toa que os dinamarqueses estão entre os povos mais felizes do mundo. Responsáveis pela criação do hygge (em inglês “hooga”, em português “ruuga”), eles sabem muito bem compor espaços agradáveis e aconchegantes.

De origem norueguesa, a palavra hygge significa bem-estar e, segundo seus praticantes, é mais que um sentimento. Trata-se de um momento, uma atitude e também um modo de vida. Em outras palavras, é a busca por prazeres caseiros que envolvem fogo, luz de velas, meias felpudas, mingau, café, bolo e pessoas.

Para os dinamarqueses, a união desses elementos simples representa a felicidade porque traz conforto e boas lembranças. Em países com invernos rigorosos e pouca oferta de luz solar, ter um lar acolhedor e boas companhias faz toda a diferença.

Como qualquer outra referência positiva, o hygge passou a ser aplicado na decoração de diversos lugares do mundo, incluindo as residências brasileiras. Veja abaixo as principais características do estilo:

  • iluminação: velas em castiçais e lâmpadas em modelos variados de luminárias;
  • materiais: madeira e couro são os preferidos, mas outros elementos também aparecem (galhos, folhas e sementes);
  • tecidos: lã e algodão são empregados na confecção de mantas e outras peças que aquecem o ambiente;
  • cores: o estilo hygge traz tons neutros e sóbrios em uma paleta básica que inclui branco, bege, verde e marrom;
  • itens pessoais: livros, CDs e itens colecionáveis ficam expostos para fazer parte da composição.

10. Prefira móveis de madeira com tons claros

A madeira é um material quente e pode apresentar inúmeras tonalidades. O marrom presente em muitas espécies remete ao conforto, aconchego e estabilidade, mas também existem peças avermelhadas e com variações de bege ou amarelo.

É possível manter uma casa confortável e elegante utilizando móveis fabricados com madeiras de tons claros, como pinho, mogno, itaúba e eucalipto ou, ainda, pintados em tons neutros, a exemplo de branco, bege ou creme.

Outra alternativa é apostar em novos cortes em porcelanato, que possibilitam a produção de itens de mobiliário. É o que propõe a Officina Portobello ao juntar maestria artesanal e tecnologia de ponta para desenvolver objetos decorativos, bancadas, cubas, prateleiras e outras peças com o revestimento.

Você pode tirar proveito da solução para criar móveis únicos, resistentes e com design arrojado. E como a variedade de madeiras é grande, consegue selecionar modelos que reproduzem espécies de tons claros para compor um ambiente aconchegante.

A principal vantagem de optar por madeiras claras está na possibilidade de compor uma decoração atemporal. Como o tom discreto do mobiliário não disputa atenção com as outras cores do ambiente, é possível mudar o estilo da residência sem grandes preocupações.

Outro ponto positivo é que, ao manter móveis em tons claros e discretos, você tem liberdade para trabalhar com madeiras escuras em superfícies que tendem a acumular sujeira, como pisos, rodapés e calçadas. Nesses casos, o porcelanato que reproduz madeira também é o material mais indicado devido ao ótimo custo-benefício e variedade de cores.

11. Invista em revestimentos claros e frescos

Cores claras em revestimentos harmonizam com diversas soluções que foram apresentadas neste artigo: a funcionalidade do minimalismo, a versatilidade da paleta neutra e a simplicidade do estilo hygge. Portanto, não faltam bons motivos para adotá-los na hora de cobrir paredes, pisos e outras superfícies.

Há diversas opções de materiais para usar na decoração. Os mais indicados quando o assunto é conforto são as cerâmicas e porcelanatos, ambos bons condutores térmicos — amenizam os efeitos das altas temperaturas para manter os cômodos frescos.

Se o projeto pede algo além das cores puras (como cinza, branco, bege ou marrom), a dica é apostar em revestimentos inspirados na textura e aparência de outros materiais. Essa possibilidade você confere na nova coleção In & Out/Movimento da Portobello, que tem como destaque duas linhas que reproduzem madeiras.

A primeira é a Sequoia, espécie típica da costa oeste dos Estados Unidos. Trata-se de uma árvore milenar e com exemplares que atingem mais de 100 metros de altura. As placas que interpretam essa madeira rara são indicadas para áreas internas ou externas de ambientes residenciais e comerciais.

A outra linha em destaque é a Californian Wood, uma madeira rústica com acabamento contemporâneo. As placas fazem uma releitura das pranchas de Pinheiro e de Carvalho Americano recuperadas de construções antigas do meio oeste dos EUA.

Enfim, são muitos os produtos e soluções disponíveis para conceber um ambiente aconchegante. Antes de se preocupar em encontrar a combinação perfeita de dicas e ideias, lembre-se que não há caminho único para projetar visando luxo e conforto — o importante é que as escolhas considerem os diferentes sentidos.

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