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5 programas para fazer em São Paulo em junho

03/06/2019

Profissionais de arquitetura de todo Brasil virão a São Paulo visitar a CASACOR. Descubra o que mais fazer na cidade, entre mostras de decoração e exposições de arquitetura e design.

1 CASACOR

A CASACOR São Paulo é a maior mostra de decoração das Américas. A 33ª edição traz o tema Planeta Casa, que mais uma vez sugere a sustentabilidade como diretriz do evento. Desde 2006, acontece no Jockey Club, um espaço de 17 mil m2, onde costumam ser montados mais de 80 ambientes.

A mostra é muito importante não só pelo tamanho, mas também pelo pioneirismo. Foi a primeira CASACOR, que hoje acontece em diversos locais da América Latina. Ainda, colaborou para revelar e consolidar a carreira de talentos da arquitetura. É um bom local para pesquisar tendências de arquitetura, decoração, paisagismo, design, arte e comportamento.

A Portobello é patrocinadora oficial da mostra e está presente em onze ambientes. São eles: Arena CASACOR, de Fabiano e Tania Hayasaki; Atelier de Morar, de Denise Barretto; Praça Zen, de Roberto Riscala; Casa 2, do Studio Casadesign, de Sálvio Jr e Moacir Jr; Casa 12 com garagem, de In Town Arquitetura; Loft 7 com jardim de inverno, de Marcelo Salum; Bar do Jockey, de Eduardo Franco Correa; Estúdio 7, de Melina Romano; Suíte das crianças, de Messa Penna Arquitetura e Interiores; Recepção, de Piloni Arquitetura; e Instalação, de Tufi Mousse.

Cobogó Craft no Estudio Hygge de Melina Romano (Foto Denilson Machado)

Serviço

Período: 28 de maio a 4 de agosto

Horários: terça a sábado e feriados, das 12h às 21h; domingo, das 12h às 20h.

Localização: Av. Lineu de Paula Machado, 1.077, Jardim Everest

Entrada: terça a quinta, R$ 64; sexta a domingo e feriados, R$ 80 (há opção de meia entrada)

Dicas: É possível ir de carro, pois o evento conta com serviço de manobrista e estacionamento. Uber é outra uma opção. Não há estação de metrô próxima.

 

2 Mostra Artefacto D&D

Ainda que menor e menos plural, a Mostra Artefacto é outra importante mostra de decoração. Em vez de simplesmente expor seus produtos, a marca convida profissionais de arquitetura parceiros a desenvolver ambientes, numa verdadeira mostra de decoração anual. O showroom do shopping D&D inaugurou sua nova mostra recentemente, em maio, então junho é um ótimo momento para conhecer as novidades.

O tema da mostra é 5 Senses, ou cinco sentidos. Os projetos têm como inspiração a visão, o olfato, a audição, o paladar e o tato. Oito profissionais de arquitetura assinam os ambientes: Bruna Ximenes e André Leite, Carolina Molinari e Thales Drummond, Débora Valente e Marta Martins, Fabiano e Tania Hayasaki, Jóia Bergamo, Luciana Almeida, Mariana Noronha e Samra Akad e Priscilla Pereira.

Com exceção de Bruna Ximenes e André Leite, que participam pela segunda vez, e Jóia Bergamo, presença constante na Artefacto, todos os outros profissionais de arquitetura fazem sua estreia na mostra, mostrando a aposta da marca em novos talentos. É uma boa oportunidade para conhecer o estilo desses nomes que vêm se destacando no mercado.

Mostra Artefacto D&D – Fabiano Hayasaki será um dos participantes

Serviço

Período: a partir de 6 de maio

Horários: segunda a sexta, das 10h às 21h; sábado, das 10h às 20h; domingo e feriados, das 14h às 19h

Localização: Av. Das Nações Unidas, 12.555, Brooklin

Entrada: gratuita

Dicas: No mesmo shopping D&D, fica a Artefacto Beach Country, que também tem sua mostra. Não deixe de visitar.

 

3 Japan House

A Japan House é a casa da cultura japonesa no Brasil. O Japão mantem centros culturais em várias cidades do mundo que receberam forte imigração japonesa, como é o caso de São Paulo. É um espaço vibrante na Avenida Paulista, sempre com exposições bacanas e gratuitas, muitas vezes de design e arquitetura.

Em junho, são duas exposições simultâneas. De 10 de maio a 16 de junho, 7 Mestres do Design Gráfico apresenta cartazes de sete designers japoneses que utilizam a técnica ukiyo-e, semelhante à xilogravura. De 23 de abril a 17 de julho, Japão 47 Artesãos traz exemplares do artesanato proveniente das 47 províncias japonesas.

Além das exposições, não deixe de sentar no café e explorar a biblioteca, com muitos livros na área da arquitetura.

Artesanato do Japão na Japan House. Uma exposição interessante de design, num centro cultural que vale a pena conhecer

Serviço

Horários: terça a sábado, das 10h às 20h; domingo e feriados, das 10h às 18h

Localização: Av. Paulista, 52, Bela Vista

Entrada: gratuita

Dicas: Aos domingos e feriados, a Avenida Paulista é aberta para pedestres. Caminhar por ela é um delicioso programa para aproveitar a cidade, começando pela Japan House, bem no início da avenida. Porém, o centro cultural também costuma ficar mais cheio nesse dia. Se quiser ver as exposições com tranquilidade, melhor ir durante a semana.

 

4 Ocupação Gregori Warchavchik

O nome é difícil, mas de extrema importância para a arquitetura brasileira. Gregori Warchavchik (1896-1972) (fala-se ‘varchavik’) é o arquiteto ucraniano responsável pela primeira construção moderna no Brasil, a Casa Modernista (1927-1928), no bairro paulistano da Vila Mariana. O Itaú Cultural propõe uma imersão na vida e obra de Warchavchik em exposição conjunta no centro cultural e na própria Casa Modernista, onde hoje funciona o Museu Lasar Segall.

A Ocupação retrata o rompimento que o modernismo representou para a arquitetura brasileira. No início do século 20, Warchavchik era chamado pela imprensa brasileira de “revolucionário de moradias”.

No Itaú Cultural, é apresentada a obra do arquiteto. É possível rever, em fotografias, projetos e desenhos, todas as casas construídas por Warchavchik, tanto as que foram desfiguradas ou derrubadas, quanto as que seguem de pé, conservadas ou não. Depoimentos em vídeo de importantes arquitetos contextualizam a arquitetura da época.

Já no Museu Lasar Segall, é retratada a vida íntima do arquiteto, membro de família da elite intelectual da época. As irmãs Mina e Jenny Klabin eram herdeiras da indústria de papel e sempre se interessaram por arte, na música, na arquitetura e nas artes visuais. Warchavchik se casou com Mina, enquanto Jenny se casou com o pintor modernista Lasar Segall. Foi para os cunhados que Warchavchik projetou a Casa Modernista.

Gregori Warchavchik no Itaú Cultural e no Museu Lasar Segall. Esse arquiteto foi o grande precursor do modernismo no Brasil, autor da primeira casa modernista, onde hoje funciona o museu. A exposição é bem completa e acontece em dois lugares

Serviço

Período: 27 de abril a 23 de junho

Itaú Cultural: terça a sexta, das 9h às 20h; sábado, domingo e feriados, das 11h às 20h; Av. Paulista, 149, Bela Vista

Museu Lasar Segall: quarta a segunda, das 11h às 19h; Rua Berta, 111, Vila Mariana

Entrada: gratuita

Dicas: Os dois centros culturais ficam próximos, então é possível visitar ambas as partes da exposição no mesmo dia. O curto trecho pode ser percorrido de uber ou de metrô. O Itaú Cultural fica próximo da estação Brigadeiro e o Museu Lasar Segall, da Chácara Klabin, ambas da linha verde. Carro não é uma boa opção pois nenhum dos locais conta com estacionamento.

 

5 Edifício Martinelli

Depois de vários anos fechado, o Edifício Martinelli reabre para visitação. Esse é um dos prédios mais icônicos de São Paulo, com sua fachada ornamentada, inspirada nas arquiteturas francesa e italiana. Também representa um importante desafio de engenharia na época de sua construção, que durou de 1924 a 1934. Com 105 metros de altura, foi, até 1947 o prédio mais alto do Brasil.

Localizado no coração do centro de São Paulo, entre a rua São Bento e a Avenida São João, oferece vistas para pontos turísticos como o Vale do Anhangabaú e a Catedral da Sé, de seu mirante. Projetado pelo arquiteto húngaro Vilmos Fillinger (1888-1968) e erguido pelo empreendedor italiano Giuseppe Martinelli (1870-1946), causou grande polêmica entre os brasileiros do início do século 20, pois não havia nenhum outro edifício em São Paulo de altura elevada. É um marco da transição de uma cidade provinciana para uma metrópole.

O mirante estava fechado para visitantes desde 2017. Agora é possível subir para apreciar a vista, em grupos de 15 pessoas. No passado, aconteciam ali suntuosas festas da elite paulistana, pois a família Martinelli habitava a cobertura. Conhecida como Casa do Comendador, foi construída para garantir à população que o prédio não cairia.

Depois de vários anos fechado, o Edifício Martinelli reabriu para visitação. É um dos prédios mais icônicos de São Paulo, um dos primeiros arranha-céus do Brasil

Serviço

Período: a partir de 18 de abril

Horários: 11h, 12h, 13h, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30 e 18h30. Inscrições no local 30 minutos antes de cada visita. Em caso de chuva, a visita é cancelada.

Localização: Av. São João, 11 a 65, Centro

Entrada: gratuita

Dicas: O melhor jeito de chegar ao centro de São Paulo é de metrô, pois muitas ruas são fechadas para carros e é difícil estacionar. A estação mais próxima do Edifício Martinelli é a São Bento (linha azul). Basta caminhar dois quarteirões da rua São Bento.

 

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